"A religião baseia-se principalmente e antes de tudo, no medo. É, em parte, o terror do desconhecido e, em parte, como já o disse, o desejo de sentir que se tem uma espécie de irmão mais velho que se porá do nosso lado em todas as nossas dificuldades e disputas. O medo é a base de toda essa questão: o medo do mistério, o medo da derrota, o medo da morte. O medo é a fonte da crueldade e, por conseguinte, não é de estranhar que a crueldade e a religião tenham andado de mãos dadas. O medo é a base dessas duas coisas. "
Perdi-me, olhei e vi... perdi-me, não encontras tristeza ou revolta, não terá palavra especifica, não terá sentimento... natureza ? Mãe ? Quem é a mãe que faz tal maldade ? Nunca, quando acredito que há mundo, nunca, perdi-me quando te olho nos olhos e vejo que és tu ... serás ? soltei um pouco dessa lágrima salgada, deixei correr, também ela perdida, vida ? Eram muitas, e quem as tirou ... castigo ? Tanta interrogação, ainda há alguém indiferente !!! Ainda há, ou nunca ? Porque pedes tanto, tu consegues ler ? Estás aí ? De fronte para este mar de letras inofencivo e pacifico, estás ?
Hoje parei, parei a olhar, para a lágrima que chora, as lágrimas de alguém, para a lágrima que chora a dor, e a viagem de nunca mais, ...
Hoje perdi-me, parei, gritei para dentro do nunca, e acreditei que um pequeno gesto para ti, é um grande gesto para um porto de lágrimas que secará só com o tempo... ou talvez ... talvez nunca.